Inteligência emocional: o que é, dimensões e importância

A inteligência emocional diz respeito a um conjunto de competências que são cada vez mais importantes e valorizadas na atualidade. A inteligência emocional é importante para a funcionalidade e bem-estar global, mas é também uma competência cada vez mais procurada a nível do mercado laboral. Não basta ter competências técnicas, é cada vez mais importante dominar um conjunto de aspetos a nível emocional e interpessoal para ser bem-sucedido.

Com a crescente importância deste tema, pretendemos neste artigo explicar de forma clara o que é a inteligência emocional, bem como sugerir algumas estratégias para a desenvolver.

O que é a inteligência emocional?

Longe vão os tempos em que a inteligência era sinónimo de QI elevado. O conceito de inteligência evoluiu, e deixamos de a ver como representativa de um raciocínio lógico ou matemático. Alguns estudos ajudaram neste sentido, demonstrando que cerca de 70% das pessoas com um QI normal tinham mais sucesso do que as pessoas com um QI elevado. Estas informações ajudaram a perceber que ser inteligente tem mais a ver com a capacidade de adaptação ao mundo em que vivemos o que conduz, consequentemente, ao sucesso.

Assim, é mais correto falarmos de diferentes tipos de inteligência em vez de apenas um tipo. Um desses tipos de inteligência, extremamente importante, é a inteligência emocional. Para sermos capazes de nos adaptar às exigências dos contextos, das relações, de um mercado trabalho cada vez mais competitivo e exigente, temos de ser capazes de gerir as nossas emoções e vê-las não como o inimigo, mas como um poderoso aliado.

A inteligência emocional diz respeito a um uso equilibrado e eficiente das emoções, ou seja, fazermos uso intencional e eficaz das nossas emoções de forma a que estas funcionem em nosso favor, permitindo ajustar o nosso comportamento e raciocínio de forma a aperfeiçoarmos os nossos resultados gerais. A inteligência emocional pode também ser definida como a capacidade de a pessoa se motivar a si mesma e persistir a despeito das frustrações de controlar os impulsos e adiar a recompensa; de regular o seu próprio estado de espírito e impedir que o desânimo subjugue a faculdade de pensar; de sentir empatia e ser capaz de reconhecer os sentimentos dos outros e aplicá-lo nas suas relações.

Quais as dimensões da inteligência emocional?

A inteligência emocional inclui diferentes dimensões, designadamente:

  • Autoconsciência, que consiste na capacidade de conhecermos as nossas emoções, e que é a pedra-base de toda a inteligência emocional. Sermos capazes de controlar momento a momento as sensações pessoais é crucial para a introspeção psicológica e o autoconhecimento. A incapacidade de reconhecermos as nossas próprias sensações e emoções deixa-nos à mercê delas. As pessoas que conseguem ter uma maior consciência das suas próprias emoções conseguem governar melhor as suas vidas, tendo também uma noção mais segura daquilo que realmente sentem e das suas próprias decisões;
  • Autogestão, ou a capacidade de gerirmos as nossas emoções, lidarmos com elas de uma forma apropriada. Dentro desta dimensão insere-se a capacidade de nos tranquilizarmos a nós próprios, de afastar a ansiedade, a irritabilidade ou a tristeza. As pessoas com dificuldade em autorregular as suas próprias emoções acabam por viver numa luta constante com sensações de angústia, enquanto que as pessoas com uma boa capacidade de autocontrolo emocional conseguem gerir e recuperar melhor dos obstáculos e dificuldades;
  • Motivação ou automotivação, que diz respeito à capacidade de mobilizarmos as emoções em prol dos nossos objetivos, o que é fundamental e nos permite focar a atenção, motivarmo-nos a nós mesmos, sermos mais competentes e mais criativos. A nossa capacidade de adiar a recompensa e dominar a impulsividade está subjacente a qualquer tipo de realização. Sermos capazes de entrar num estado de fluidez permite-nos ter melhores desempenhos em praticamente todas as áreas. As pessoas com uma boa capacidade de automotivação tendem a ser mais produtivas e eficazes;
  • Consciência social ou capacidade de reconhecermos as emoções dos outros, que inclui competências importantes como a empatia, ou seja, a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro. As pessoas empáticas são mais sensíveis aos sinais sociais, mesmo os mais subtis, que indicam o que os outros poderão estar a sentir e aquilo de que poderão necessitar. Isso torna-as particularmente capazes em profissões que envolvam a prestação de cuidados, as vendas, o ensino, a gestão, entre outras;
  • Competências interpessoais, ou seja, capacidade de gerir eficazmente as interações e relacionamentos com os outros. Inclui-se aqui as aptidões que estão envolvidas na comunicação com os outros, na gestão dos conflitos, na cooperação, trabalho em equipa, liderança, entre muitas outras.

Porque é que algumas pessoas têm melhor inteligência emocional?

Ao compreendermos o que é a inteligência emocional, podemos questionar-nos sobre o facto de ela estar mais desenvolvida numas pessoas do que noutras. Para conseguirmos obter uma melhor resposta podemos fazer o paralelismo entre a inteligência emocional e outros tipos de inteligência. Porque é que há pessoas melhores a matemática ou com um melhor raciocínio matemático? Devido a um conjunto de fatores que vão desde a genética até à aprendizagem e estimulação. Provavelmente porque podem já ter uma maior tendência inata para o raciocínio matemático, que depois é desenvolvida mediante a estimulação que a pessoa recebe do seu contexto (familiar, escolar…).

Da mesma forma, a inteligência emocional está mais desenvolvida em algumas pessoas, por um lado, porque pode existir uma maior tendência inata para essa capacidade. Por outro lado, é também porque o meio lhes proporcionou mais oportunidades para desenvolver a inteligência emocional. Por exemplo, pais responsivos e afetuosos, diferentes oportunidades de socialização e interação com diferentes tipos de pessoas e contextos, oportunidades de expressão emocional, comunicação eficaz e aberta no seio familiar, entre muitas outras.

Estes aspetos também nos dão pistas para o facto de ser possível desenvolver a inteligência emocional. Tal como podemos melhorar a nossa capacidade de cálculo matemático através do treino, também podemos aprimorar a nossa inteligência emocional.

Inteligência emocional e autoconsciência

O autoconhecimento ou a autoconsciência são fundamentais para uma boa inteligência emocional. Podemos definir a autoconsciência como a capacidade de sermos conscientes tanto do nosso estado de espírito como dos nossos pensamentos em relação a esse estado de espírito.

A autoconsciência diz respeito a uma espécie de vigilância face aos nossos estados internos, mas esta vigilância não julga nem reage, apenas observa. A autoconsciência não inclui ainda a mudança dos estados emocionais, mas a mera contemplação e capacidade de identificarmos o que estamos a sentir. A nível da autoconsciência podemos caracterizar as pessoas em diferentes níveis:

  • Autoconscientes – pessoas que são conscientes das suas emoções ou estados de espírito à medida que estes ocorrem. São capazes de analisar com clareza as suas próprias emoções o que faz com que muitas vezes sejam também mais autónomas e seguras das suas decisões e dos seus próprios limites. Uma vez que conseguem reconhecer facilmente os seus estados emocionais, não ficam tão facilmente obcecadas com as suas emoções e conseguem depois geri-las melhor, uma vez que a capacidade de estarem atentas a si mesmas ajuda a que consigam gerir melhor as emoções porque não escalam para estados emocionais mais agudos;
  • Imersas – pessoas que se deixam frequentemente sobrecarregar pelas suas emoções, como se os seus estados emocionais assumissem o comando. Geralmente isto gera maior instabilidade e dificuldade em manter alguma perspetiva. Consequentemente, geralmente estas pessoas tentam fugir dos estados emocionais negativos, acabando por sentir que não têm controlo sobre a sua vida emocional;
  • Aceitantes – estas pessoas estão frequentemente conscientes daquilo que sentem, mas têm tendência para aceitar os estados emocionais tais como estes vêm sem conseguirem fazer nada para os modificar. Podem existir aquelas pessoas que estão naturalmente bem-dispostas e não sentem por isso necessidade de alterar o estado emocional, ou aquelas que não se sentindo bem, acabam por cair em estados de espírito negativos e não conseguir fazer nada para os contrariar, aceitando-os passivamente, sendo este um padrão existente por exemplo em pessoas deprimidas.

Inteligência emocional e autorregulação emocional

Controlarmos as nossas emoções é fundamental para o nosso bem-estar emocional. Os estados extremistas, isto é, em que as emoções se manifestam de forma muito intensa ou durante demasiado tempo, acabam por minar a nossa estabilidade. Isto não quer dizer que devemos evitar as emoções negativas, porque todas as emoções têm uma função. O sofrimento pode inclusive dar uma contribuição muito positiva para uma vida criativa e para a nossa aprendizagem. Ou seja, é natural termos emoções negativas e devemos processá-las e aprender com elas, o que é diferente de nos deixarmos dominar por elas.

Assim, a autorregulação emocional diz respeito à capacidade de gerirmos os nosso estados emocionais em termos de intensidade e frequência. Ficarmos zangados, enfurecidos ou ansiosos não significa que temos dificuldades de controlo emocional, porque é natural passarmos por estes estados e todos eles têm uma função. Devemos é desenvolver a capacidade de, reconhecendo essa emoção, conseguirmos geri-la de forma a que ela não domine totalmente o nosso comportamento.

Inteligência emocional e automotivação

Quando conseguimos regular as nossas emoções, conseguimos utilizá-las a nosso favor e de forma a concretizar os nossos objetivos. Alguns estudos conduzidos com atletas olímpicos e músicas de classe mundial demonstram que uma característica comum a todos eles é a capacidade de se motivarem de modo a cumprirem exigentes rotinas de treino. A capacidade de treino e prática rigorosos que caracterizam as pessoas que alcançam níveis de excelência em diferentes domínios depende, acima de tudo, de traços emocionais, como o entusiasmo e a persistência, sendo estes domínios da inteligência emocional.

A automotivação relaciona-se com outra questão importante que é a capacidade de gerirmos os nossos pensamentos e de termos um discurso interno positivo. Ter um discurso interno positivo permite que não nos deixemos dominar pela ansiedade ou por uma atitude derrotista face a um desafio difícil ou um contratempo. Assim, a forma como perspetivamos a realidade tem influência das nossas emoções. Quando conseguimos encarar o fracasso como consequência de algo que podemos mudar por forma a melhorar e ter êxito da próxima vez, apresentamos estados emocionais mais positivos e conseguimo-nos motivar a fazer as coisas que são importantes para nós. Deste modo, a reação emocional a uma derrota é fundamental para a nossa capacidade ou incapacidade de mobilizarmos motivação suficiente para continuar e melhorar o resultado.

Quando aprendemos algo novo ou desenvolvemos uma aptidão, seja ela qual for, reforçamos os nossos sentimentos de autoeficácia e a nossa capacidade de termos um discurso interno mais positivo e enfrentarmos desafios futuros.

Inteligência emocional e empatia

Um outro domínio fundamental da inteligência emocional diz respeito à nossa capacidade de compreendermos os outros, de nos colocarmos na sua pele e percebermos o que aqueles que estão à nossa volta poderão estar a sentir. A empatia nasce da autoconsciência; quanto mais abertos formos às nossas próprias emoções, mais capazes seremos de ler os sentimentos dos outros.

A empatia ou capacidade de percebermos os sentimentos alheios tem um papel fundamental a desempenhar em diversas áreas da nossa vida, desde o trabalho, às relações amorosas e familiares, à atividade parental, entre muitas outras.

Geralmente as emoções das pessoas não se traduzem em palavras, expressando-se por formas não-verbais. Por isso, para termos uma boa capacidade de empatia temos de conseguir ler os sinais não-verbais nos outros, desde os gestos, à expressão facial e ao tom de voz.

A nossa capacidade de empatia começa a desenvolver-se quando somos crianças e faz-se pela forma como somos cuidados e educados, e em que medida temos cuidadores responsivos e sensíveis às nossas necessidades. Continuamos a desenvolver a empatia ao longo da vida e, tal como qualquer outra competência, também a podemos praticar por forma a desenvolvê-la e dominá-la melhor.

A inteligência emocional e as competências sociais

Conseguirmos compreender e gerir as nossas emoções, bem como compreender as emoções dos outros, servirá de base à nossa capacidade de interação e de adaptação nas relações sociais. Para esta adaptação temos de dominar aquilo que é dominado por competências sociais, nas quais se incluem, por exemplo as seguintes:

  • Capacidade de escuta ativa, ou, por outras palavras, de ouvirmos as pessoas com atenção e interesse, compreendendo efetivamente a sua mensagem e demonstrando interesse na comunicação;
  • Capacidade de liderar e cooperar em grupos e equipas, que envolve pequenas competências como a capacidade de iniciativa, negociação, mediação, entre outras;
  • Capacidade de iniciar, manter e conduzir um diálogo ou conversa;
  • Capacidade de atender e responder aos sentimentos, motivos e preocupações de outras pessoas;
  • Capacidade de fazer perguntas e expressar as necessidades pessoais aos outros;
  • Capacidade de expressar opiniões e sentimentos de forma clara;
  • Capacidade de pedir ajuda e mobilizar os recursos sociais, bem como de fazer pedidos;
  • Capacidade de expressar desacordo e apresentar uma opinião diferente da do outro ou do grupo, sem desrespeitar as perspetivas alheias;
  • Capacidade de dizer que não e de expressar recusa.

Como melhorar a inteligência emocional?

Depois de compreendermos a inteligência emocional, percebemos também que esta é uma competência fundamental para o nosso bem-estar e para o nosso sucesso. Compreendemos também que esta pode ser desenvolvida, o que pode conduzir-nos a maiores níveis de bem-estar, adaptação, funcionalidade, desempenho e sucesso. Apresentaremos de seguida algumas estratégias para desenvolver a inteligência emocional.

1. Investir no autoconhecimento

Observe o seu comportamento perante diferentes acontecimentos e situações, procurando identificar os seus diferentes padrões de funcionamento, bem como os gatilhos que geram diferentes reações emocionais e a forma como tende a reagir perante esses estados emocionais, bem como o que faz para tentar gerir essas emoções.

Analise as suas reações nas várias situações do quotidiano, bem como a forma como a mente e o corpo reagem perante diferentes acontecimentos.

Após esta análise pode identificar os seus pontos fortes e os pontos que considera melhorar – tudo isto irá melhorar a sua inteligência emocional.

2. Desenvolver a autorregulação emocional

Deixe de agir em piloto automático e adote estratégias que lhe permitam ser consciente das suas emoções e dar-lhes uma resposta adequada. Por tendência agimos muitas vezes por impulso, sem pensar bem no porquê ou na origem das nossas ações. É importante contrariamos este modo de piloto automático e começarmos a analisar as nossas emoções, as suas causas e a sua utilidade.

Quando notar em si mesmo uma alteração no estado emocional, tente parar para refletir por um momento: o que está a sentir? O que desencadeou essa emoção? Qual é o seu discurso interno ou os pensamentos que lhe passam pela cabeça? A emoção é proporcional à situação? O que sente que necessita neste momento? Precisa de se dar tempo para sentir, precisa de expressar o que está a sentir com alguém, ou simplesmente de se envolver nalguma atividade que o ajude a relaxar? Procure manter um equilíbrio entre as suas emoções, dando espaço para sentir as emoções negativas, mas não permitindo que elas tomem demasiado espaço, proporcionando também momentos para as emoções positivas.

3. Cuidar dos pensamentos e do discurso interno

Vimos que a maioria dos estados emocionais são desencadeados pelo nosso discurso interno, pela forma como perspetivamos as situações e a realidade. Assim, é fundamental que procure observar e identificar os seus pensamentos, para poder moldar o seu discurso interno e reestruturar os pensamentos por forma a ver as situações de uma forma mais realista. Procure desenvolver uma visão mais ajustada das coisas, criando um diálogo consigo mesmo da mesma maneira que faria se estivesse a aconselhar um amigo.

4. Estar aberto aos desafios

Desafios e novas experiências são a base para a aprendizagem, nomeadamente para desenvolvermos as nossas capacidades emocionais. Se se mantiver sempre na sua zona de conforto não ganhará a capacidade de enfrentar imprevistos e situações mais exigentes. Por isso, é importante que aceite os desafios e que saia da sua zona de conforto, para incrementar as suas capacidades de autogestão e incrementar também a sua autoconfiança. Perante situações difíceis, encoraje-se a si mesmo e persiste, acreditando na sua capacidade para superar as dificuldades.

5. Estabelecer prioridades

Hoje em dia, com o ritmo frenético da nossa sociedade, acabamos muitas vezes por nos sobrecarregar de tarefas e afazeres, deixando para segundo plano o nosso bem-estar. Por isso, é importante estabelecer prioridades e verificar se as tarefas e atividades que estão a ocupar o seu dia estão de acordo com os seus valores e objetivos. Dentro deste tempo o descanso e o relaxamento devem também constituir uma prioridade.

6. Expressar as emoções

Expressarmos aquilo que pensamos e sentimos é fundamental para o nosso equilíbrio emocional. Muitas vezes as emoções e pensamentos internos são confusos e, quando os expressamos, falando com alguém ou até mesmo escrevendo, conseguimos organizá-los melhor e adquirir perspetiva. Expressar as suas emoções é um componente importante da inteligência emocional.

7. Interagir e cuidar das relações

É nos relacionamentos e nas interações com os outros que desenvolvemos a nossa capacidade de empatia e as nossas competências sociais no geral. É também no contacto com os outros que muitas vezes nos compreendemos melhor a nós mesmos. Por isso, é importante contactar com diferentes pessoas, interagir e cuidar das relações, rodeando-se de pessoas que lhe fazem bem e sendo capaz de estabelecer limites.

8. Manter o foco no presente

Focarmo-nos mais no presente permite-nos vivenciar mais as emoções e o nosso mundo interno, bem como conectar-nos mais com os outros. Por isso, procure práticas como o mindfulness que o ajudam a ser capaz de manter o foco no momento presente e que permitirão um maior controlo de si mesmo, bem como uma maior capacidade de desfrutar de diferentes momentos e situações.

Procure incorporar na sua rotina práticas que permitirão focar-se mais no presente e também desenvolver a capacidade de se autorregular, tais como o relaxamento respiratório, a meditação, caminhadas ou corrida, pilates e prática de atividade física no geral.

9. Não fugir das emoções

Vimos que todas as emoções têm uma função importante. Muitas vezes procuramos evitar ou fugir das emoções negativas porque elas são dolorosas e causam desconforto. No entanto, se não as processarmos não aprendemos a geri-las de forma a que elas não interfiram tanto no nosso dia-a-dia e no nosso equilíbrio. Por isso, não tenha medo de sentir, pois sentir é a única forma de se compreender e de desenvolver ferramentas para cuidar de si e das suas emoções. Tudo isto ajuda a melhorar a sua inteligência emocional.

Diana Pereira

Amante de histórias, gosta de as ouvir e de as contar. Tornou-se Mestre em Psicologia Clínica e da Saúde, pela Universidade do Porto, mas trouxe sempre consigo a escrita no percurso. Preocupada com histórias com finais menos felizes, tirou pós-graduação em Intervenção em Crise, Emergência e Catástrofe. Tornou-se também Formadora certificada, e trabalha como Psicóloga Clínica, com o objetivo de ajudar a construir histórias felizes, promovendo a saúde mental. Alimenta-se de projetos, objetivos e metas. No fundo, sonhos com um plano.